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15.4.15

7 motivos para assistir The Royals


Olá pessoas, The Royals é uma série nova da TV americana que obteve sua estreia no canal E! em 15 de março desse ano. Cheia de glamour, fama, referências e estilo, separei pra vocês sete motivos para acompanhar a série semanalmente.

1)  A “nova” Gossip Girl.
Um dos motivos principais da fama da série, é devido a sua semelhança com Gossip Girl, referência que tenho que concordar! Apesar da série não se passar em Nova Iorque e não ter um Chuck Bass, temos adolescentes de uma elite superior interessados apenas neles mesmos, festas incríveis, drogas, sexo e muita moda, além dos casais bonitinhos, é claro.  Algo que nos faz lembrar de Gossip Girl, pois também possui um elenco marcante e também nos faz matar um pouco da saudade da série que foi finalizada em 2010.

A foto também é bem parecida com as fotos de divulgação de Gossip Girl.
2) William Molosey.
O que vale citar, é que temos um rostinho conhecido (e maravilhoso por sinal) de William Molosey, o príncipe Pedro, de "As Crônicas de Nárnia", que não se contentou em reinar apenas em Nárnia e se tornou também o príncipe da Inglaterra, Liam, na série.  Como protagonista, é um dos queridinhos da série e vale a pena ver sua atuação fora dos cinemas de "As Crônicas de Nárnia" e suas cenas maravilhosas com Merritt Patterson (Ophelia), na série.

William Molosey, nosso querido príncipe Ped.. ops, Liam.

3) Elenco maravilhoso.

Além de William Molosey, o elenco inteiro é maravilhoso, temos o nosso querido e bonzinho Rei (Vincent Regan), a Rainha (Elizabeth Hurley), que também participou de Gossip Girl como Diana Payne, fazendo par romântico com Nate Archibald (Chace Crawford), A Merrit Patterson que participou da série “Ravenswood” recentemente  e também a princesa rebelde (Que tem uma personalidade bem parecida com Roberta Pardo, da novela Rebelde) que é interpretada por Alexandra Park.

Familia Real.
 4) Palácio.

A série também conta com um cenário maravilhoso do Palácio e nos dá uma vontade incrível de conhecer o set de filmagens.


5) Sotaque.

Quem gosta de sotaque britânico, vai se apaixonar ainda mais. Quem não gosta? Bom, não tem como não gostar desse. “My name is Alexandra Park” com essa sotaque é incrível, não só da Alexandra, mas de quase todos os personagens da série.


6) Moda.

Neste quesito, assim como Gossip Girl, a série não peca. Os looks da rainha e da princesa são maravilhosos, sem falar do desfile da semana da moda das duas (Ocorre no Episódio 1x3). 


7) A segunda temporada já foi confirmada!
Apesar de ter saído apenas cinco episódios, a série promete e já foi confirmada para a sua segunda temporada.
 Algo me diz que promete estourar em breve, mas e vocês? O que acham da série? 
Os episódios saem todos os domingos e pode ser encontrado no decorrer da semana na internet para baixar e também online. É isso, espero que gostem! =)

                                                                     Segue promo oficial da série.




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8.4.15

Conheça: Unbreakable Kimmy Schmidt


Unbreakable é uma série apaixonante que se passa em Nova York, o que conta com um cenário incrível.  Estreiou em 06 de março, sendo original do Netflix após NBC cancelar sua estreia no canal, com apenas 13 episódios que duram aproximadamente 20 minutos, Unbreakable Kimmy Schmidt é uma série fácil de se apaixonar e de se ver.  Em apenas um dia, é possível terminar toda a temporada e te deixar com aquele gostinho de quero mais.

A série conta a história de quatro mulheres toupeiras (como são chamadas), que foram sequestradas e mantidas presas em um abrigo por um reverendo em Indiana, o qual realizou uma lavagem cerebral nas quatro mulheres durante 15 anos que acreditavam que estava ocorrendo o apocalipse lá fora. Quando são encontradas e percebem que tudo não passa de uma mentira do Reverendo, voltam para a vida real e passam a ter um ideal, o ideal de ter uma segunda chance para viver e fazer o que exatamente quiserem.  Kimmy Schmidt ( Ellie Kemper), é a protagonista da série e não escolhe voltar para a casa ou servir a igreja, deseja ficar em Nova Iorque e fazer essa segunda chance acontecer. 

Com uma inocência imensurável, Kimmy é vista como esquisita por agir de tal forma, mas ganha a simpatia de todos ao seu redor.
Dividindo  uma casa com seu novo amigo Titus, um ator fracassado e que sonha em atuar na Broadway, Kimmy arruma um emprego e o ajuda com o aluguel da casa e dá esperança a ele e todos ao seu redor de que as coisas podem melhorar.
A série cita bastante referências como Friends, Clube dos Cinco e outros, vale a pena ver para conferir, sem  falar na música de abertura que é um chiclete, difícil largar.

Abertura:



Segunda temporada

A segunda temporada já foi renovada! Mas até o momento não há informações sobre a sua gravação ou data de estreia, esperamos que seja logo!




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23.2.15

O que rolou no Oscar 2015


A 87ª cerimônia de entrega dos Oscars, ocorreu ontem (22/02/2015), premiando os melhores atores, técnicos e filmes de 2014. E é claro que já tem várias brincadeiras com as coisas que aconteceram no Oscar pela internet, mas eu acredito que seja mais interessante mostrar um pouco do que aconteceu lá no Teatro Dolby, em Los Angeles, Califórnia.

Melhor Filme: Birdman

Melhor Ator: Eddie Redmayne (A Teoria de Tudo)

Melhor Atriz: Julianne Moore (Para Sempre Alice)

Melhor Diretor: Alejandro González Iñárritu (Birdman)

Melhor Roteiro Original: Alejandro González Iñárritu, Nicolás Giacobone, Alexander Dinelaris Jr. e Armando Bo (Birdman)

Melhor Roteiro Adaptado: Graham Moore (O Jogo da Imitação)

Melhor Ator Coadjuvante: J.K. Simmons (Whiplash)

Melhor Atriz Coadjuvante: Patricia Arquette (Boyhood)

Melhor Filme Estrangeiro: Ida (Polônia)


Lady Gaga faz homenagem a 'A noviça rebelde'

Melhor Documentário em Curta-Metragem: Crisis Hotline: Veterans Press 1

Melhor Curta-Metragem: The Phone Call

Melhor Figurino: Milena Canonero (O Grande Hotel Budapeste)

Melhor Maquiagem: Frances Hannon e Mark Coulier (O Grande Hotel Budapeste)

Melhor Edição de Som: Alan Robert Murray e Bub Asman (Sniper Americano)

Melhor Mixagem de Som: Craig Mann, Ben Wilkins e Thomas Curley (Whiplash)

Melhores Efeitos Visuais: Paul Franklin, Andrew Lockley, Ian Hunter e Scott Fisher (Interestelar)

Robin Williams é lembrado em homenagem aos artistas mortos em 2014

Melhor animação em Curta-Metragem: Feast

Melhor Animação: Operação Big Hero

Melhor Design de Produção: O Grande Hotel Budapeste

Melhor Fotografia: Emmanuel Lubezki (Birdman)

Melhor Montagem: Tom Cross (Whiplash)

Melhor Documentário: CitizenFour

Melhor Canção Original: Glory, de John Stephens e Lonnie Lynn (Selma)

Melhor Trilha Sonora: Alexandre Desplat (O Grande Hotel Budapeste)

O que vocês acharam? Todos os prêmios foram merecidos?
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11.2.15

Crítica - Into The Woods (Caminhos na Floresta)


Caminhos na floresta, de Rob Marshall, obteve sua estreia recentemente aos cinemas brasileiros em 29/01 e é um típico filme da Disney.
Em sua história, contêm uma bruxa malvada que lança uma maldição na família de um padeiro, afetando também a sua esposa. Os mesmos, são um casal indefeso que sonham em ter filhos, mas devido a maldição precisam encontrar diversos objetos para desfazer o feitiço que a bruxa lançou na família, sendo esses objetos coisas que pertencem aos personagens clássicos dos contos de fadas dos irmãos Grimm. Os objetos que precisam ser encontrados são: A capa vermelha como o sangue, a vaca branca como o leite, o cabelo amarelo como espiga de milho e o sapato dourado como o ouro. É onde a história começa. Para a busca destas coisas, nos deparamos com a Chapeuzinho vermelho e seu lobo mal, a Cinderela e o seu príncipe, João e o pé de feijão e a Rapunzel, presa em sua torre.


Este post contêm spoilers sobre o filme que se encontra no cinema no momento. Caso não queira saber o desfecho da história, indico que pare a sua leitura por aqui.

O filme começa bem com a música “I wish” cantada pelos principais personagens da trama. Com um ar meio “Tim Burton”, o filme nos dá a impressão de ser do diretor no início, ainda mais quando Jhonny Depp entra em cena como lobo mal, mas o sombrio marca registrado de Burtom vai se perdendo aos poucos e as cores vão aparecendo dando aquele ar mais Disney, ou mesmo infantil ao próprio filme.

Eu dividiria o filme em duas partes se fosse possível, onde classifico a primeira parte como boa e com um desenvolvimento legal com as músicas se encaixando e completando as cenas, mas o filme acaba pecando um pouco após o casamento da Cinderela e acredito que tenha sido o problema e onde classificaria como a parte ruim. Claro que não é possível julgar um filme inteiro como péssimo tendo um enredo tão bom, mas após essa cena, o filme perde completamente o seu foco deixando um desfecho péssimo na história.  A identidade dos personagens se perdem, as músicas se tornam maçantes e você conta os minutos para o filme terminar. “Porque o filme não terminou no casamento?” Com certeza a maioria das pessoas que assistiram ao filme, assim como eu, estão se perguntando a mesma coisa, pois você sente que o filme está terminando, mas ainda há mais 30 minutos de filme para um desfecho péssimo com músicas irritantes. 


Pontos para questionar:

1.   A bruxa confessa que lançou uma maldição na família e roubou uma filha dos pais do padeiro, sendo a sua irmã, Rapunzel, da qual acaba o filme sem um encontro com o seu irmão e ambos sem saberem da existência um do outro.

2. O que dizer sobre a personalidade do príncipe? Eu diria que péssima e completamente fora de nexo. O príncipe sai durante as três noites de festival para procurar a sua princesa. Quando finalmente Cinderela é encontrada e decide se casar e ter uma vida de luxo com o seu príncipe, o príncipe aparece do nada na floresta e beija a mulher do padeiro, que acabou de ter um filho e sonhava em ter uma família. A mesma acaba  morta e deixando o filho nas mãos do padeiro com a cinderela, que também desiste da vida de luxo e vai vier com o padeiro e as crianças. Em filmes, tudo pode acontecer, mas poderia ter sido algo muito mais pensado e mais elaborado por ser um filme com uma produção e divulgação tão grande.

Essas são minhas críticas e pontos principais sobre o que achei do filme e também um pouco da sua história. Mesmo com os pontos negativos, o filme vale bastante a pena ser visto!   

Trailer oficial do filme: 




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9.2.15

O Lobo de Wall Street


SINOPSE

Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.


CRÍTICA

O DiCaprio me surpreendeu com sua atuação, pois ele soube dar tudo de si em cada momento que o personagem vivenciava, seja quando o Jordan estava se drogando ou quando estava com a sua esposa. Ele conseguiu identificar o exagero que toda a história transmiti e adequou-se a isso.

É um filme de exageros. Que mostra como as pessoas são loucas por dinheiro, incluindo jovens, e que fazem tudo para conseguir sucesso na vida. Além disso, há muitas drogas, sexo e traição envolvidas que acredito que não precisava ter ganhado tanta ênfase assim.

O nome do filme remete-se a Wall Street, uma rua que é considerada o coração histórico do Distrito Financeiro da cidade de Nova Iorque, mas a imagem que o filme transmite não é de um mundo de negócios, e sim de um mundo onde as pessoas procuram sempre ter dinheiro (como já mencionei) para gastar em "diversão".

Não deixa de ser um bom filme, apesar deles exagerarem nos esteriótipos. As interpretações dos autores, o cenário, a história, são muito bons.

Você já assistiu? O que achou? Me conta!

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30.1.15

O Mundo Segundo Mafalda

Bom para quem ainda não conhece, a Mafalda é uma personagem criada pelo cartunista argentino Quino, a personagem foi criada no ano de 1962, ficando muito popular na América Latina e Europa. As histórias criadas pelo cartunista apresentando uma garotinha preocupada com a humanidade e com a paz mundial, fazendo muitas críticas sobre o mundo todo em suas pequenas tirinhas.




Enfim a “Mafaldinha” chegou ao Brasil como exposição preparada para as crianças, porém quem anda aproveitando mais e curtindo mais são os adolescentes e adultos que preenchem a Praça das Artes.



A mostra foi trazida à São Paulo pela Fundação de Theatro Municipal de São Paulo com ajuda Secretaria Municipal de Cultura e o programa São Paulo Carinhosa.
Para quem chega a exposição imagina ser algo pequeno, porém é capaz de se perder pelo mundo da Mafalda e de seus amigos e familiares. É uma enorme exposição com várias formas de se interagir com os personagens. A exposição conta com um espaço para as crianças colorirem e aprenderem sobre as coisas que acontecem em todo o mundo.



Na exposição também conta com uma sessão de mundos criados pela Mafalda, em cada um ela fala como é o mundo, por exemplo, o mundo triste, ela faz colagens pelo globo com várias imagens de pessoas que sofrem com a falta de alimento, água e etc, além desse, ela explora muitos outros montando uma crítica construtiva e passando para todos as gerações o que realmente acontece por ai.




Para quem ainda está perdido nesse finalzinho de férias aproveita para visitar a exposição “O Mundo Segundo de Mafalda” que está localizado na Avenida São João, 281. Em alguns sites recomendam ir pela São Bento, porém eu aconselho a irem pela estação república, já que o lugar fica bem próximo a galeria do Rock. Aproveitem e vão dar uma olhadinha nas críticas feita pela Mafalda, a maioria delas vem sempre com um fundo de humor. 



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26.1.15

Um amor em forma de violino



Desde os meus 12 anos, quando eu queria relaxar ou me concentrar eu ouvia música clássica. Ligava o rádio no 103.3 e lá ficava por alguns minutos até estar totalmente relaxada ou concentrada. Deve ser a parte desse momento que comecei a gostar muito de violino.

Eu tenho uma paixão incontrolável por esse instrumento. Se eu passar por algum lugar que tiver uma imagem ou qualquer outra coisa relacionada, irei parar e olhar. E um dia desses, encontrei um canal que é magnífico. Pura arte!

Cada música te faz ter um turbilhão de sentimentos. Impossível de explicar. Então, que tal assistir alguns e sentir isso?

Esse foi o primeiro vídeo dela que eu assisti. NOSSA! INCRÍVEL!!!


Como ela consegue fazer isso, gente? Perfeita.

Lembrei da May e quis colocar aqui só por causa disso, rs.

Eu escolhi apenas esses vídeos, mas lá no canal da Lindsey tem um monte que pode ser apreciado a qualquer hora do dia. 

E aí, gostaram? Quem aqui curte violino?
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