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11.2.15

Crítica - Into The Woods (Caminhos na Floresta)


Caminhos na floresta, de Rob Marshall, obteve sua estreia recentemente aos cinemas brasileiros em 29/01 e é um típico filme da Disney.
Em sua história, contêm uma bruxa malvada que lança uma maldição na família de um padeiro, afetando também a sua esposa. Os mesmos, são um casal indefeso que sonham em ter filhos, mas devido a maldição precisam encontrar diversos objetos para desfazer o feitiço que a bruxa lançou na família, sendo esses objetos coisas que pertencem aos personagens clássicos dos contos de fadas dos irmãos Grimm. Os objetos que precisam ser encontrados são: A capa vermelha como o sangue, a vaca branca como o leite, o cabelo amarelo como espiga de milho e o sapato dourado como o ouro. É onde a história começa. Para a busca destas coisas, nos deparamos com a Chapeuzinho vermelho e seu lobo mal, a Cinderela e o seu príncipe, João e o pé de feijão e a Rapunzel, presa em sua torre.


Este post contêm spoilers sobre o filme que se encontra no cinema no momento. Caso não queira saber o desfecho da história, indico que pare a sua leitura por aqui.

O filme começa bem com a música “I wish” cantada pelos principais personagens da trama. Com um ar meio “Tim Burton”, o filme nos dá a impressão de ser do diretor no início, ainda mais quando Jhonny Depp entra em cena como lobo mal, mas o sombrio marca registrado de Burtom vai se perdendo aos poucos e as cores vão aparecendo dando aquele ar mais Disney, ou mesmo infantil ao próprio filme.

Eu dividiria o filme em duas partes se fosse possível, onde classifico a primeira parte como boa e com um desenvolvimento legal com as músicas se encaixando e completando as cenas, mas o filme acaba pecando um pouco após o casamento da Cinderela e acredito que tenha sido o problema e onde classificaria como a parte ruim. Claro que não é possível julgar um filme inteiro como péssimo tendo um enredo tão bom, mas após essa cena, o filme perde completamente o seu foco deixando um desfecho péssimo na história.  A identidade dos personagens se perdem, as músicas se tornam maçantes e você conta os minutos para o filme terminar. “Porque o filme não terminou no casamento?” Com certeza a maioria das pessoas que assistiram ao filme, assim como eu, estão se perguntando a mesma coisa, pois você sente que o filme está terminando, mas ainda há mais 30 minutos de filme para um desfecho péssimo com músicas irritantes. 


Pontos para questionar:

1.   A bruxa confessa que lançou uma maldição na família e roubou uma filha dos pais do padeiro, sendo a sua irmã, Rapunzel, da qual acaba o filme sem um encontro com o seu irmão e ambos sem saberem da existência um do outro.

2. O que dizer sobre a personalidade do príncipe? Eu diria que péssima e completamente fora de nexo. O príncipe sai durante as três noites de festival para procurar a sua princesa. Quando finalmente Cinderela é encontrada e decide se casar e ter uma vida de luxo com o seu príncipe, o príncipe aparece do nada na floresta e beija a mulher do padeiro, que acabou de ter um filho e sonhava em ter uma família. A mesma acaba  morta e deixando o filho nas mãos do padeiro com a cinderela, que também desiste da vida de luxo e vai vier com o padeiro e as crianças. Em filmes, tudo pode acontecer, mas poderia ter sido algo muito mais pensado e mais elaborado por ser um filme com uma produção e divulgação tão grande.

Essas são minhas críticas e pontos principais sobre o que achei do filme e também um pouco da sua história. Mesmo com os pontos negativos, o filme vale bastante a pena ser visto!   

Trailer oficial do filme: 




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9.2.15

O Lobo de Wall Street


SINOPSE

Durante seis meses, Jordan Belfort (Leonardo DiCaprio) trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna (Matthew McConaughey). Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie (Jonah Hill) e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente e, também, levem uma vida dedicada ao prazer.


CRÍTICA

O DiCaprio me surpreendeu com sua atuação, pois ele soube dar tudo de si em cada momento que o personagem vivenciava, seja quando o Jordan estava se drogando ou quando estava com a sua esposa. Ele conseguiu identificar o exagero que toda a história transmiti e adequou-se a isso.

É um filme de exageros. Que mostra como as pessoas são loucas por dinheiro, incluindo jovens, e que fazem tudo para conseguir sucesso na vida. Além disso, há muitas drogas, sexo e traição envolvidas que acredito que não precisava ter ganhado tanta ênfase assim.

O nome do filme remete-se a Wall Street, uma rua que é considerada o coração histórico do Distrito Financeiro da cidade de Nova Iorque, mas a imagem que o filme transmite não é de um mundo de negócios, e sim de um mundo onde as pessoas procuram sempre ter dinheiro (como já mencionei) para gastar em "diversão".

Não deixa de ser um bom filme, apesar deles exagerarem nos esteriótipos. As interpretações dos autores, o cenário, a história, são muito bons.

Você já assistiu? O que achou? Me conta!

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